Brasilzão do meu corazón (ou escassos leitores do blog, hahaha). Bem sei que não ando frequente por aqui, embora tenha pensado em mil formas diferentes de atualizar essa budega. Mas ou a inspiração ou o ânimo me faltam, ao mesmo tempo em que cresce proporcionalmente o sentimento de culpa por gastar tempo (cada vez mais escasso) aqui - e quando digo "aqui" não me refiro apenas ao meu blog, mas também às visitas aos blogs alheios e a diversão (e a surpresa) ilimitadas de vasculhar blogs aleatórios por aí. Mas todos bem sabem que ando preocupada com a monografia (Francisco Bilbao, senhoras e senhores, é o nome do homem que me tira o sono ultimamente). E consequentemente ando especialmente dramática e birrenta. Ok, Lívia, você venceu: sou dramática mesmo, está em mim, não adianta tentar fazer "workshops de superação" hahaha. Ademais, reclamar tem sido meu esporte preferido - às vezes penso que sou uma alma de 80 anos aprisionada em um corpo de 23. SÉRIO. Só pra dar um exemplo, no sábado teve uma festa de 15 anos em Mariana. E todo mundo sabe da falta de criatividade das festas e bailes dos últimos tempos: primeiro todo mundo bebe, depois todo mundo dança música decadente (tias e primos dançando funk, coreografias que dão vergonha alheia, etc), e depois todo mundo coloca apetrechos distribuidos pelos garçons (anteninhas, óculos coloridos). É sempre assim, antes era divertido mas.. oi, toda vez? Alguém avisa que cansou? Bem, eu acompanhei as três etapas, mais sentada do que dançando com a galere, e depois de encher a cara de whisky (só faltou pedir ao garçom pra tocar Cauby, gente) eu constatei que só havia três horas que eu tava naquela festa. "Quê?? Vou dormir, me acorda depois", foi o que eu disse pra minha prima. E dormi mesmo. E esse é mais um exemplo da minha rabugisse dos últimos tempos (disfarçada aos mais desavisados pelo que a Laura chama de "falsa simpatia", porque ela fica puta em constatar como as pessoas confiam em uma menina risonha! hahahaha!).
Ok, nem tudo é assim. Mas um post alegrinho fica para os próximos dias.
Ouvindo Camille - Assise
E em tempo: agradecimentos ao anônimo que me cobriu enquanto eu dormia no sofá da festa, porque a solidariedade humana é uma coisa bonita.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
óbvio ululante
o ser humano é um projeto que não deu certo.
é o meu parecer.
Ouvindo Safety Bricks - Broken Social Scene presents Kevin Drew
é o meu parecer.
Ouvindo Safety Bricks - Broken Social Scene presents Kevin Drew
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
'cuz I (heart) House
terça-feira, 9 de setembro de 2008
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Não sabe organizar o próprio tempo. Procrastina além do normal. Não sabe se se sente triste por querer ir embora. Opta pelo mais fácil por não saber exatamente o que quer. Se explica o tempo inteiro. Precisa cortar o cabelo. Critica muito e age muito pouco. Auto-boicote. Às vezes não se reconhece mais. Acha que mudou em alguma coisa muito essencial, mas não sabe o quê - falta qualquer coisa que antes não faltava, ou sobra algo que antes não havia. Não sabe. Não sabe se é bom ou ruim. Queria que fosse bom. Às vezes finge que sabe. Ainda é viciada em café. Mas certas coisas nunca mudam, a fala desvirgulada não muda. Os dentes grandes e os olhos pequenos, o pé torto e a forma de rir de (quase) tudo (de piada de vesgo, jamais!). Ainda não sabe usar salto por causa do pé torto. E ainda é fascinada por Fernando Pessoa, por sotaques, por pessoas que cantam sozinhas na rua. Mas não gosta mais de chuva. E de mais um monte de coisas.
Ouvindo Yann Tiersen - J'y suis jamais allé
Ouvindo Yann Tiersen - J'y suis jamais allé
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
rage and dust
Se fazer de vítima é uma forma fácil de exercer poder sobre as pessoas e fazer com que elas façam o que você quiser. Ainda pior quando se usa um bebê pra isso - alguém jovem demais pra perceber o que está acontecendo.E se as pessoas percebem o quanto isso é imaturo e ainda assim escolhem aceitar o jogo, é uma escolha feita.. e se essa pessoa escolhe abandonar os amigos, sabe disso e ainda assim persiste... o que se pode fazer? A vida é feita de escolhas, não é?
Realmente não consigo explicar o quanto me sinto decepcionada. E p* da vida também.
Ouvindo Camille - "Au Port"
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
do que me apetece
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e aí, uma coisa simples me deixa de bom humor.
E a pisar e repisar boas lembranças.
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e aí, uma coisa simples me deixa de bom humor.
E a pisar e repisar boas lembranças.
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